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A situação dramática será apresentada pelo parlamentar à Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa
O vereador Júnior Rodrigues (PSD) cobra do Departamento Regional de Saúde (DRS) esclarecimentos e providências em resposta ao aumento da fila de espera por exames e consultas especializadas em Bauru. O órgão, ligado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, é responsável direto pelos hospitais de Base, Estadual e das Clínicas, além do AME, que estão sob gestão da Famesp e deveriam oferecer os serviços eletivos de atendimento e diagnóstico.
A situação será apresentada pelo parlamentar à Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa nos próximos dias.
Na tribuna da Câmara Municipal, Júnior, que preside o colegiado temático na Casa, apontou que, de fevereiro de 2024 para fevereiro de 2025, a demanda reprimida por exames cresceu 25%, passando de 59.091 para 73.826.
O retrato do descaso se exemplifica pela fila por endoscopia. Enquanto, só em Bauru, 6.282 pessoas aguardam o exame, em média, apenas uma é chamada para realizar o procedimento a cada mês. Isso significa que o tempo de espera, se assim fosse possível, chegaria a 523 anos.
“A gente não pode aceitar uma coisa dessa. E daí, o que acontece? Muita gente só vai receber alguma atenção quando o quadro se agravar e entrar pela urgência, em uma UPA ou no Pronto-Socorro, e aí vem mais uma fila porque também falta leito de internação”, pontua o vereador.
O cenário não é diferente quando se observam as consultas especializadas. Com média de uma vaga disponibilizada ao mês, a espera por atendimento com um neurologista pediátrico chegaria a 96 anos — muito mais do que a média da expectativa de vida futura, mesmo para pacientes crianças.
No total, a fila por consultas saltou, em um ano, de 48.084 para 51.387. Esses e outros dados estão disponíveis no site da Prefeitura Municipal de Bauru.
“Em meio a isso tudo, a gente tem aqui um DRS que deveria agir administrativamente e politicamente, mas finge que o problema não é com eles. Não atua. Não dá satisfação. Como estão os contratos com a Famesp, que gerencia os hospitais e o AME? Quem define as metas? Como acontece o diálogo com o Governo para que isso seja revisto? Está tudo parado e, enquanto isso, repito: a fila só aumenta e a vida das pessoas é que está em xeque”, questiona o vereador.
Júnior Rodrigues lembra que o DRS é responsável por serviços de Saúde em 68 municípios. Por isso, vai solicitar ao órgão informações da fila por consultas e exames em abrangência regional.

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